Parque Villa Lobos





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Localizado no bairro de Alto dos Pinheiros, Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001 - Alto de Pinheiros, na região Oeste da Capital, o parque Villa-Lobos é uma das melhores opções de lazer ao ar livre da cidade. O parque, que abrange uma área de 732 mil m², possui ciclovia, quadras, campos de futebol, “playground” e bosque com espécies de Mata Atlântica. A área de lazer inclui ainda aparelhos para ginástica, pista de cooper, tabelas de “street basketball” e um anfiteatro aberto com 750 lugares, sanitários adaptados para deficientes físicos e lanchonete. Estima-se que durante a semana cerca de 5 mil pessoas passem a cada dia pelo Parque. Aos finais de semana recebe cerca de 20 mil visitantes e aos feriados 30 mil. |
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Acessibilidade necessidades especiais. A grande área plana e os caminhos praticamente nivelados tornam mais fácil o deslocamento de pessoas. Alguns dos brinquedos de madeira nos parquinhos também foram elaborados para garantir a acessibilidade, como uma caixa de areia e uma casinha na montanha, que permitem acesso por pessoas em cadeiras de rodas. O Villa-Lobos também conta com um telefone público para os deficientes auditivos. |
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Histórico do Parque
A história do parque Villa-Lobos é um pouco diferente da de outros parques. Antes de 1989, a área onde está hoje destoava muito dos arredores da região de Alto de Pinheiros. Na sua porção mais a oeste havia um depósito de lixo da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo (CEAGESP), onde cerca de oitenta famílias recolhiam alimentos e embalagens. Na parte leste, vizinha ao atual Shopping Villa-Lobos, era depositado material dragado do Rio Pinheiros e na porção central o antigo proprietário permitia o depósito de entulho da construção civil. Em 1987, ano de comemoração do centenário de nascimento de Heitor Villa-Lobos, foram apresentados os primeiros estudos visando à implantação de um parque temático contemporâneo na área. Os Decretos Estaduais 28.335 e 28.336/88 destinavam os 732 mil m² à implantação de um “parque de lazer, cultura e esporte". Os moradores da região receberam bem a proposta, principalmente por eliminar os problemas causados pelos usos que na época a área apresentava. Em 1989, o parque Villa-Lobos começou a ser implantado pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica – DAEE. Foram removidas as famílias que viviam no local, retirados 500 mil m³ de entulho com mais de 1 metro de diâmetro, e movimentados 2 milhões de m³ de entulho e terra para acerto das elevações existentes. O córrego Boaçava, que passava pela área, foi canalizado. |
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Primeiro projeto local teria viveiro para pássaros, ilha musical, passeio Uirapuru, auditórios, Teatro de Ópera e Centro de Convivência Musical. O projeto também previa a construção de um prédio de exposições e edifícios para Escolas de Balé e Música, com salas de aulas para oficinas e apoio, inclusive para fabricar e consertar instrumentos. Em janeiro de 2004, a administração do parque foi transferida para a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA) pelo Decreto Estadual 48.441. No mesmo ano, foi iniciada a execução de intervenções emergenciais para solucionar problemas de manutenção existentes no local. Também começou a elaboração de projetos executivos para a área de expansão do parque, adequados à legislação atual e ao terreno, com base no projeto original. A Resolução SMA 20, de 7 de março de 2004, criou o Conselho de Orientação do Parque Villa-Lobos, que assegura o gerenciamento participativo e integrado da sociedade civil. |
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Arborização do Parque as quais 1.200 ipês de oito espécies, 110 roxos e 550 amarelos, árvore-símbolo de São Paulo. O projeto paisagístico do parque é do Engenheiro Agrônomo e paisagista Rodolfo Geiser, mas foi posteriormente adequado para o plantio realizado entre 2004 e 2006 de maneira a atender às Resoluções da SMA sobre a diversidade de espécies. Esta adequação foi possível principalmente devido a maior oferta de mudas de espécies nativas, com alta diversidade e com porte adequado para as situações de um parque em pleno uso. Sendo assim, o parque foi entregue concluído em 2006 com aproximadamente 24 mil árvores plantadas em covas de mil litros de substrato, após a remoção de entulho e troca de solo. Em 2008 foram plantadas mais 800 mudas referentes ao Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental TCRA da Autoban, para enriquecimento dos bosques. um TCRA da CCR -AutoBAN, para plantio de 8.404 árvores nativas, plantio concluído em abril de 2010. Entre as 8.404 mudas plantadas, 760 são mudas de mais de três metros de altura e foram plantadas ao longo das pistas de caminhada e da área central, visando proporcionar mais sombra aos usuários. As demais 7644 são mudas arbóreas com aproximadamente 1,5m de altura e foram plantadas nos bosques para um enriquecimento de biodiversidade que ajudará no futuro a substituição natural de espécies primárias para secundárias, de tal forma que a vegetação do parque consiga manter-se naturalmente. Para a escolha das espécies contamos com a assessoria do Arq. Paisagista Arnaldo Rentes e do Biólogo Alexandre Soares, que consideraram em especial o plantio de espécies que atraem a avifauna, além da adequação às diferentes condições do solo e exposição ao sol e vento no Parque. |
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Fase de melhorias Estado de São Paulo tem promovido uma série de melhorias. Os brinquedos do parquinho passaram por reformas, assim como os quiosques. Em 2009, foram inaugurados o espaço de educação ambiental Villa Ambiental, do projeto Criança Ecológica, a nova sede da administração do parque e uma nova sede para a 1ª Cia. do 23º Batalhão da Polícia Militar. Além disso, foram criados o “Vai pela sombra”, caminhos de pedrisco que passam por dentro de bosques do parque, e o “Circuito das Árvores”, plataforma elevada que leva o visitante por um passeio próximo às copas das árvores. Em 2010, já foi inaugurado o Ouvillas, área do parque onde as pessoas podem sentar e relaxar em taludes, bancos e espreguiçadeiras ao som das obras do compositor e maestro Heitor Villa-Lobos. Ainda estão sendo finalizadas outras melhorias, como uma nova sinalização para o parque e a construção do Orquidário Ruth Cardoso e de um Centro de Educação Ambiental. Além disso, o projeto paisagístico do Villa-Lobos está sendo finalizado com o plantio de 8.400 mudas de árvores nativas. Com isso o parque passará a contar com 37 mil árvores. |
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